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Cientistas encontram “fonte da juventude” no intestino de idosos de 90 anos

O estudo reuniu mais de mil pessoas para entender o que idosos ridiculamente saudáveis têm em comum com pessoas de 30 anos ou menos.

 

 

Foi exatamente isso que um estudo sino-canadense se propôs a investigar. Eles reuniram mais de mil voluntários chineses, de 3 a 100 anos. Todos eles tinha uma coisa em comum: eram “ridiculamente saudáveis” para sua faixa etária, como descrevem os pesquisadores.

O que os cientistas queriam entender, especificamente, era o que os idosos com a saúde acima da média tinham em comum com os voluntários mais jovens, que também eram supersaudáveis. E encontraram semelhanças enormes no intestino deles: os quase centenários tinham a flora intestinal quase idêntica a dos voluntários de 30 anos.

Vale lembrar que, no nosso intestino, carregamos a maior concentração de microorganismos encontrada no corpo humano. Esse conjunto de bactérias é altamente personalizado, vai se moldando ao longo da vida e pode ter uma baita influência no metabolismo e até na saúde mental.

O que acontece é que, conforme envelhecemos, a diversidade da flora intestinal diminui. Isso torna o corpo de idosos mais vulnerável à infecções. Em uma flora intestinal equilbrada, um microorganismo regula o outro. Se há um desequilíbrio, bactérias oportunistas podem ganhar espaço excessivo e fazer mal ao corpo humano. Estudos anteriores, aliás, já tinham descoberto que idosos com uma flora intestinal mais diversa tomam menos remédios.

O que o novo estudo sino-canadense descobriu é que essa queda na biodiversidade do intestino não é obrigatória – e que a microbiota que se mantém tão diversa quanto a de um corpo 60 anos mais jovem está fortemente associada a uma saúde melhor para o corpo inteiro.

Como sempre, ainda falta entender se é uma questão de causa ou consequência. Será que os idosos com um estilo de vida saudável vivem melhor e, portanto, tem uma microbiota mais diversa? Ou então seria ao contrário: as bactérias do intestino (que são tão essenciais) ajudam a manter o corpo todo em melhor estado?

A resposta dessa pergunta é essencial para entender o quão longe se deve ir para  alcançar as mesmas condições intestinais do idosos supersaudáveis.

A opção mais simples, é claro, são mudanças na alimentação e probióticos, mas tem médicos apostando tanto na importância do intestino para o organismo que testam transplantes fecais para “reviver” a flora intestinal de pessoas com problema de saúde. E você, aceitaria um supercocô para melhorar seu organismo?

Leia a matéria na íntegra em https://super.abril.com.br/saude/cientistas-encontram-fonte-da-juventude-no-intestino-de-idosos-de-90-anos/amp/

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Cura Integrativa

Por Daniel Librelato Massuco  ( Saiu no Jornal Ligado no Sul)

Em virtude da crescente demanda da população brasileira por diferentes métodos de tratamento em saúde e também com a intenção de integrar sistemas médicos complexos e recursos terapêuticos aos Sistemas Oficiais de Saúde, o Ministério da Saúde aprovou a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no SUS.
Diversos tipos de terapias estão englobadas na chamada Medicina Tradicional e Complementar/Alternativa MT/MCA ou Práticas Integrativas e Complementares. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a OMS, terapia alternativa significa que ela é utilizada em substituição às práticas da medicina convencional, já a terapia complementar é utilizada em associação com a medicina convencional, e não para substituí-la. O termo integrativa é usado quando há associação da terapia médica convencional aos métodos complementares ou alternativos a partir de evidências científicas. Para apresentar alguns tipos das terapias oferecidas na região, o JH traz as definições de profissionais distintos.
O Reiki

Nadia Massuco, master coach e terapeuta holística

 
No âmbito das Terapias e Medicinas de Campo Bioenergético, Reiki é uma terapia complementar para redução do estresse e relaxamento que promove a cura. É transmitido através da imposição de mãos e concentra-se na “energia vital” que flui através das pessoas. “Se o nível de energia vital está baixo, ficamos mais propensos às doenças ou mais estressados. Se estiver alta, somos mais capazes de nos sentirmos felizes e saudáveis” pontua  Nadia Massuco, Master Coach e terapeuta holística, a qual atende no município de Orleans e região.
A terapia Reiki não está vinculada a nenhum tipo de religião conforme aponta Nádia. “Nós olhamos para o ser humano como um todo, com dimensões físicas, emocionais, mentais e energéticas. O Reiki age na causa dos problemas emocionais e corporais, ele age diretamente no ser que está em tratamento, ou seja, ela trata o ser doente, sem relação com a espiritualidade de cada um”, enfatiza.
De acordo com a terapeuta, o Reiki pode ser recebido por todos, sejam eles adultos, idosos, crianças, bebês e também em animais. “Reiki é um sistema próprio para despertar o poder que habita dentro de nós, captando, modificando e potencializando energia. Funciona como instrumento de transformação de energias nocivas em benéficas. No Reiki não se realiza diagnóstico, não é equiparada às biomedicinas, medicinas tradicionais, e não exclui as medicinas tradicionais, pelo contrário, amplia a sua eficácia.”
Esta terapia não apresenta nenhum tipo de contraindicação. Dentre os benefícios divulgados, o Reiki acalma, reduz o estresse e provoca no organismo uma sensação de profundo relaxamento. “O Reiki alivia a dor e ajuda no processo de libertação das emoções. Ele também limpa e clarifica o seu campo energético, assim como harmoniza os órgãos para melhorar a recuperação em doenças. Fazer um tratamento de Reiki é como abrir a janela de sua casa para deixar a energia do sol entrar, é a energia do universo entrando em seu corpo, mente, emoções e campo energético”, pontua Nadia.

A acupuntura

Médica acupunturista Tainá Calvette

 

A acupuntura é uma técnica terapêutica de origem oriental, utilizada há aproximadamente 5.000 anos. Segundo a Medicina Tradicional Chinesa, a acupuntura consiste na busca do equilíbrio do corpo e da mente. Esse equilíbrio é alcançado através da estimulação de “acupontos”. São cerca de 1000 pontos, sendo 365 classificados e utilizados tanto na acupuntura humana, quanto em animais.
Os acupontos estão espalhados por todo o corpo, os quais percorrem caminhos até os órgãos e vísceras, os quais estimulados desempenham as funções terapêuticas pretendidas.  A existência desses meridianos energéticos, atualmente são comprovados cientificamente, podendo ser identificados por aparelhos os quais identificam e mensuram o nível de energia.
Na rotina do acupunturista, o profissional encontra na Medicina Tradicional Chinesa várias formas de diagnósticos as quais auxiliam no tratamento e também possíveis prognósticos, ou seja, de possíveis patologias futuras. Isso por ue a terapia não se baseia apenas na doença a qual o indivíduo apresenta no momento da consulta, e sim em outras informações que serão observadas, sendo que se essas estiverem em desequilíbrio poderão indicar uma outra causa nem sempre aparente.
“A Medicina Tradicional Chinesa observa o indivíduo como um todo e não apenas o sinal mais aparente. Por meio de outras características encontradas durante a consulta se poderá então descobrir outros desequilíbrios os quais poderão ser os causadores do sinal observado. Este é um diferencial que destaca a acupuntura como uma terapia que harmoniza todo o corpo, auxiliando no processo terapêutico em diversas patologias e também como prevenção de patologias futuras”, relata Tainá Calvette, médica acupunturiatra.

Carlo Hackmann, médico de família e acupunturista ao lado da esposa Tainá.

 
Carlo Hackmann, médico de família e acupunturista, aponta que encontrou na terapia chinesa ferramentas que potencializam o seu trabalho. “É uma gama de informações que amplia a visão do diagnóstico de um eventual problema de saúde. Na acupuntura é dada muita atenção a diversos tipos de sinais, onde o indivíduo e o meio em que ele vive são levados em consideração. Muitos se acostumaram a se perceber distante da natureza, quando na verdade fazemos parte dela, e a acupuntura leva isso em consideração em um amplo sentido”, revela o médico que, ao lado da esposa Tainá, atendem na cidade de Gravatal, Braço do Norte e toda região.
“Mesmo que um indivíduo esteja com a saúde em dia, recomendamos de que eles façam uma sessão ao menos a cada troca de estação para ajudar o corpo a se equilibrar”, complementa Tainá.
A terapia é indicada a pacientes com dores agudas, crônicas, enxaquecas, fibromialgia, dores musculares, artroses e artrites, dependência química, transtorno de ansiedade, depressão, insônia, estresse e esgotamento, entre outros.

Na Medicina Veterinária

Gislany Brognoli, médica veterinária acupunturista

 
A acupuntura na medicina veterinária vem sendo utilizada no Brasil desde os anos 70 e foi reconhecida como especialidade desde 1995, desde então, é difundida de maneira crescente em vários estados.
“Na nossa região muitas pessoas conhecem a técnica sendo empregada somente a humanos, porém é perceptível que a procura segue crescendo cada vez mais também aos animais. A consulta e o tratamento envolvendo a acupuntura é algo que chama cada vez mais atenção dos tutores, isso porque já na primeira sessão a maioria dos animais já demonstra sinais positivamente perceptíveis. Outro ponto que deve ser ressaltado é a diminuição de uso de medicamentos nos tratamentos os quais a acupuntura está complementando, havendo assim uma menor exposição química dos animais, proporcionando uma terapia limpa e com possibilidade quase nula de contraindicações e efeitos colaterais”, declara Gislany Brognoli, médica acupunturista, a qual atende em diversas regiões do Sul de Santa Catarina.
A conversa entre tutor e o médico veterinário nem sempre é destinada somente à causa aparente apresentada, ela vai desde hábitos rotineiros dos animais, comportamento, preferência por tipo de alimentos, sensações a estímulos de temperatura, características do ambiente onde o animal vive, relação com as pessoas e animais desse ambiente, por exemplo.
“Na primeira sessão de acupuntura o maior receio dos tutores é quanto à resistência dos animais às agulhas, porém, na maior parte das vezes, esse problema é abolido na primeira agulha puncionada. Isso porque ao colocar a agulha, o corpo do animal libera várias substâncias relacionadas ao bem-estar, como serotonina e endorfina, fazendo com que o animal relaxe e não tenha a impressão negativa sobre as agulhas, sendo até contrário a isso, muitos animais que aparentemente agressivos ou que estão amedrontados depois do primeiro estímulo mudam seu comportamento se tornando mais relaxados e completamente entregues a sessão”, relata Gislany.
De acordo com a médica veterinária, a acupuntura apresenta pouquíssimas contraindicações, porém é sempre indicado que seja feito por um profissional especializado e que conheça a técnica empregada.
A acupuntura pode ser utilizada em uma infinidade de enfermidades, já que apresenta efeitos analgésico, anti-flamatório, relaxante muscular, promove imunidade, reabilitação de lesões neurológicas, traumas ósseos, auxiliar no pós-cirúrgico, dermatopatias, doenças metabólicas e endócrinas, doenças respiratórias, disfunções reprodutivas, dor, além de efeito calmante, agindo em distúrbios psicológicos como ansiedade, agressividade, fobias e insônia.
Atualmente a acupuntura veterinária vem tratando diversas espécies, dentre elas podem ser citados caninos e felinos domésticos, equinos, animais silvestres e animais de produção como vacas leiteiras.
“Durante toda a graduação na medicina veterinária sempre senti interesse em terapias mais naturais, além disso, senti uma necessidade muito grande de poder observar o animal de forma mais integrativa, resgatar aquela medicina tradicional onde o médico realmente sentava com o paciente, dava seu tempo e sensibilidade a saber a maior quantidade de informações possíveis. Na medicina veterinária não conversamos com os pacientes como é possível na medicina humana e, sim, com os tutores, porém com a medicina tradicional chinesa temos a possibilidade de identificar padrões através de características naturais dos animais” pontua.
“Costumo dizer que durante as sessões eu tenho responsabilidade em deixar no mínimo cinco indivíduos bem. Isso porque o tratamento no animal envolve sentimentos de várias outras pessoas que moram com ele. Essa responsabilidade faz com que cada vez mais eu procure ser uma médica veterinária sensível e inteiramente dedicada ao que me propus”, revela Gislany.
( Confira a Matéria na Íntegra em http://www.ligadonosul.com.br/cura-integrativa)

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Medicina Integral

 

A partir de um olhar sistêmico, o objetivo não é mais o tratamento de um órgão específico, mas sim a compreensão do biológico, do mental, do social, do familiar e do espiritual, além de oferecer ao paciente uma oportunidade de refletir sobre sua prática diária, perceber quais são as necessidades do corpo e da mente, melhorar o estilo de vida, buscar hábitos saudáveis.

A doença não é vista como uma entidade em si, consideramos o processo como um todo, observando com atenção todos os fatores que podem ter influencia no processo de adoecimento, como a qualidade de vida, os hábitos, o sono, os ciclos, a profissão, a alimentação, a postura, tendências, limitações, recursos internos, relações familiares, etc.

Tratamos de pessoas doentes, de pessoas com os mais diversos níveis de desconforto ou sofrimento, de pessoas com dores agudas ou crônicas, físicas ou emocionais, e até de quem simplesmente deseja manter o livre fluxo da vida fluindo adequadamente.

Nosso PROPÓSITO é cooperar com o processo de cura, auxiliar na busca da plenitude.

Aqui o Cuidado tem um significado além de tratar uma dor ou uma doença, mas o sentido de auxiliar o outro a desenvolver suas potencialidades, conectar com o que tem de melhor dentro de si, voltar a vibrar e recuperar sua saúde em todas as dimensões.

Solicite uma consulta! Recomende a um amigo ou familiar! Informe-se!

 

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Refluxo Gastro-esofágico

Medidas para controle de Refluxo Gastro-esofágico:

  • Não passe grandes períodos sem se alimentar. Coma algo leve a cada duas ou três horas.
  • Mastigar bem os alimentos, comer devagar e em local tranquilo.
  • Nas principais refeições (almoço e jantar) evite tomar líquidos e não coma demasiadamente.
  •  Evite alimentos gordurosos, café, chocolate, molho de tomate, pimenta, chá preto, mate, hortelã, anis e menta, refrigerantes a base de cola e guaraná, bebidas gasosas e álcool (principalmente à noite).
  • Tente não pigarrear mesmo que sinta necessidade de fazê-lo.
  • Não deite logo após comer e tão pouco ataque a geladeira à noite. Dê um intervalo mínimo de duas horas entre a última refeição e o sono (se for possível, faça uma caminhada de meia hora).
  • Eleve a cabeceira da cama gradativamente até chegar a aproximadamente 15 centímetros de altura.
  • Evitar roupas e cintos apertados.
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Respiração Diafragmática

Quando usar a respiração diafragmática?

A técnica é bastante utilizada em pacientes com queixas dos mais diversos transtornos de ansiedade, principalmente em quadros onde há a ocorrência de ataques de pânico. Quando a pessoa fica muito ansiosa (por questões realistas ou por interpretações distorcidas), o cérebro – mais especificamente o sistema nervoso autônomo simpático – dispara adrenalina e noradrenalina no sangue. Com isso, a pessoa experimenta sintomas físicos, tais como palpitações, sensação de falta de ar, tremores, sudorese, boca seca, tensão muscular e tonturas, entre outros. Além disso, há também sintomas cognitivos, como medo de morrer, de enlouquecer, ter um ataque cardíaco ou perder o controle. Quanto mais forte a ativação dos sintomas, maior o pavor – e este sentimento, por sua vez, mantém ativado o sistema simpático, de forma que o organismo demora mais tempo para restaurar o estado de relaxamento.

Os sintomas físicos da ansiedade atuam como uma reação em cadeia, mais ou menos assim: O indivíduo reconhece o perigo (real ou não), logo o cérebro o prepara para lutar ou fugir. Para conseguir realizar essa ação, o metabolismo precisa estar acelerado. Com isso, a frequência cardíaca aumenta, a fim de acelerar a circulação. Para dar conta dessa aceleração, mais oxigênio é necessário – logo, há uma alteração na respiração, podendo causar uma hiperventilação ou a sensação de falta de ar. O sangue, que estava distribuído por todo o corpo, passa a concentrar-se nos músculos maiores, usados para movimentos de luta ou corrida (daí a tensão muscular e a sensação de mãos e pés frios). Além disso, a temperatura interna sobe, provocando o suor.

A respiração diafragmática ajuda a ativar o sistema autônomo parassimpático de nosso cérebro, responsável por inibir a ação do sistema simpático e restaurar a sensação de relaxamento. Por isso ela é uma técnica tão importante para os casos de ansiedade. Além disso, é um bom exercício de distração, ajudando a pessoa a se desvencilhar da hipervigilância aos sintomas físicos e cognitivos da crise.

Como é a técnica?

Após um trabalho de psicoeducação a respeito dos ataques de pânico, da psicologia e fisiologia do medo e da ansiedade e de explicar como uma técnica de respiração pode ser útil para o tratamento, o terapeuta poderá ensinar o paciente a realizar o exercício em si. Esta técnica de respiração consiste em concentrar o ar na região do diafragma (músculo que fica na altura do estômago), fazendo a barriga estufar e voltar ao normal ao puxar e soltar o ar, respectivamente. Deve ser feita lentamente, geralmente usando uma contagem até 3 para inspirar e até 6 para expirar. Para verificar se o procedimento está correto, pode-se colocar uma das mãos sobre o diafragma, para senti-lo subir e descer. Alguns terapeutas recomendam também colocar a outra mão sobre o peito, a fim de que o paciente sinta que a barriga mexe mais que a região pulmonar.

Muita gente não sabe, mas nascemos com a capacidade de respirar dessa forma naturalmente. Se observarmos a respiração de um bebê em repouso, podemos observar a barriguinha subir e descer. Porém, com o tempo assumimos uma postura predominantemente bípede, e passamos a respirar expandindo mais os pulmões que a região diafragmática. Porém, com um pouco de treino, é possível reaprender a usar esse tipo de respiração. O vídeo abaixo poderá ajudar a entender melhor esta técnica e, caso seja do seu interesse, tentar praticar um pouco.

Em psicologia, esta técnica é muito utilizada também no tratamento dos transtornos do sono, uma vez que tem esse caráter de relaxamento. Ao praticar a respiração diafragmática, a pessoa passa a observar melhor a respiração e a dar menos atenção aos demais pensamentos. Por outro lado, esta técnica não é muito recomendada para transtornos depressivos, já que esses pacientes apresentam letargia e, muitas vezes, hipersonia como sintomas do problema que os acomete.

Texto retirado do site http://www.psicologiaexplica.com.br/tecnicas-em-tcc-respiracao-diafragmatica/

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Fibromialgia

Acupuntura ajuda a tratar dor na fibromialgia

Pessoas com fibromialgia sofrem com dor em todo o corpo, de forma crônica, além de outros sintomas, como cansaço e rigidez muscular. Não há cura para essa síndrome, mas há tratamentos (com ou sem medicamentos) que podem diminuir a dor e melhorar a qualidade de vida. A Cochrane fez uma revisão de estudos clínicos que compararam a acupuntura ou a eletroacupuntura a outros tratamentos da fibromialgia. A acupuntura é uma modalidade da medicina chinesa que utiliza agulhas finas para estimular certos pontos do corpo, reduzindo a inflamação, estimulando a liberação dos analgésicos do próprio organismo, as endorfinas, e acalmando o cérebro.

Ver mais em http://www.cochrane.org/pt/CD007070/acupuntura-para-fibromialgia

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remedios

BENZODIAZEPÍNICOS

Medicações que induzem e mantém o sono muitas vezes são necessárias, mas devem ser usadas por curto período de tempo, no máximo um ou dois meses. Benzodiazepínicos como diazepam, clonazepan, alprazolam, bromazepam, a longo prazo geram dependência química, além de aumentarem chances de quedas, fraturas, demência. Se você for uma pessoa que faz uso crônico destas medicações não deverá interromper este uso de forma abrupta pois certamente terá dificuldades podendo apresentar alguns efeitos “rebote”. Neste caso é importante conversar e procurar o seu médico.

Insônia e outros  distúrbios do sono na imensa maioria das vezes aparecem como consequência de algum outro problema de saúde, hábitos ou estilo de vida.

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INSÔNIA

Se você deita para dormir e não consegue, acorda muitas vezes a noite, acorda e não consegue ou demora a voltar a dormir ou ainda tem a sensação de que suas horas de sono não foram reparadoras, você provavelmente sofre do que chamamos de Insônia.

Os sintomas da privação de sono principais são cansaço ou sonolência durante o dia, mau-humor, irritabilidade, dores de cabeça. A longo prazo surgem distúrbios de memória, concentração e ansiedade, depressão, baixo rendimento profissional, aumento de acidentes e envelhecimento precoce.

Insônia e outros distúrbios do sono na imensa maioria das vezes aparecem como consequência de algum outro problema de saúde, hábitos ou estilo de vida.

Você pode experimentar algumas mudanças de hábitos para tentar reverter sua dificuldade em dormir bem ou melhorar a qualidade do seu sono. A isto damos o nome de “Higiene do sono”.

 

 

MEDIDAS DE HIGIENE DO SONO

  1. Limitar o consumo de cafeína (presente no café, alguns tipos de chás, refrigerantes tipo cola, chocolate). Outros medicamentos ou substâncias que podem causar insônia: álcool, agentes antiarrítmicos, cafeína, metisergida, descongestionates nasais, nicotina, termogênicos, escopolamina, alguns anti-hipertensivos, esteroides, estimulantes, hormônios tireoideanos, derivados da xantina.
  2. Realizar exercício físico regular, porém evitá-los à noite.
  3. Estabelecer uma rotina para o horário de dormir e despertar, mesmo nos finais de semana.
  4. Fazer atividades relaxantes e prazerosas antes de ir para cama.
  5. Evitar filmes violentos ou noticiários antes de dormir (de preferência evite colocar aparelhos de televisão no quarto).
  6. Utilizar técnicas de relaxamento – respiração abdominal, meditação, massagear couro cabeludo, contrair e relaxar todos os músculos do corpo.
  7. Tomar banho morno;
  8. Tomar leite morno, ou chás sedativos como mulungu, camomila, erva-doce, erva-cidreira (em pouca quantidade).
  9. Evitar líquidos após as 20h. Caso tenha sede após este horário, realizar bochechos e engolir pouca quantidade de líquidos, para evitar despertares noturnos para urinar;
  10. Alimente-se bem. Não deitar com fome ou estômago vazio. Ter uma dieta neutra e balanceada ao longo do dia, fazer uma refeição leve e pobre em gorduras à noite. Excluir ou tratar doença do refluxo gastro-esofágico, caso a tenha.
  11. Assegurar temperatura agradável e ausência de claridade no quarto;
  12. Assegurar o silêncio no ambiente (se necessário utilizar protetores de ouvido);
  13. Escolher um bom colchão, adequado para seu peso e altura (lembre-se, você passa 1/3 de sua vida em cima dele! Além disso, sua coluna agradecerá!)
  14. Reservar a cama apenas para dormir e para relações íntimas (atividade sexual com prazer, caso tenha parceir@ e vontade – pode ser muito relaxante);
  15. Evitar ler, ver TV, trabalhar ou discutir no quarto.
  16. Tenha um caderno e caneta na cabeceira da cama, para anotar / listar todo e qualquer tipo de preocupação que lhe acometa enquanto estiver deitad@;
  17. Levantar caso não consiga dormir após 20 minutos deitad@. Ficar acordad@ pode aumentar a ansiedade, a irritação e por consequência a insônia. Você pode realizar uma atividade tranquila e retornar para a cama quando estiver sonolent@.

 

Caso você persista com sintomas de insônia mesmo após manejar todas as questões sugeridas, você provavelmente precisa de ajuda, procure seu médico!

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VAMOS FALAR SOBRE O SONO?

Quantas horas você dorme por noite? Você deita e dorme? Acorda quantas vezes a noite? Acorda por quê? Depois de acordar, quanto tempo leva para voltar a dormir? Sente-se cansado ou sonolento durante o dia? Tem o sono muito leve, ronca ou tem apnéia do sono?

Você deve descansar cerca de 1/3 da sua vida. Dormir é fundamental para restabelecer funções vitais, fisiológicas e mentais. É tão fundamental quanto comer, tomar água, respirar.

Você não dorme porque não quer ou porque não consegue? Se não dorme porque não quer, ou por que acredita não ser importante, precisa rever seus conceitos.

A sua vida, o seu trabalho, o seu esforço deve ser no sentido de ser feliz hoje, apreciar suas rotinas, dormir hoje, viver no presente, observar seu corpo. Cuidar-se.  Se você não tem tempo de cuidar hoje de sua saúde, pagará caro e gastará muito tempo para cuidar de suas doenças e sequelas no futuro. Não há mistério ou magia, você só colherá frutos das sementes que plantou e você mesmo cultivou, ninguém poderá fazê-lo por você.

Se você não dorme porque não consegue, deve rever alguns hábitos de vida e se necessário, pedir ajuda.

Medicações que induzem e mantém o sono muitas vezes são necessárias, mas devem ser usadas por curto período de tempo, no máximo um ou dois meses. Benzodiazepínicos como diazepam, clonazepan, alprazolam, bromazepam, a longo prazo geram dependência química, além de aumentarem chances de quedas, fraturas, demência. Se você for uma pessoa que faz uso crônico destas medicações não deverá interromper este uso de forma abrupta pois certamente terá dificuldades podendo apresentar alguns efeitos “rebote”. Neste caso é importante conversar e procurar o seu médico.

Insônia e outros  distúrbios do sono na imensa maioria das vezes aparecem como consequência de algum outro problema de saúde, hábitos ou estilo de vida. Em nosso próximo artigo, sobre insônia, descreveremos alguns hábitos que você pode modificar para tentar melhorar a qualidade de seu sono! Confira!

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Dia internacional da Mulher – 08 de março

“Que nada nos limite
que nada nos defina.
Que nada nos sujeite,
Que a liberdade seja a nossa própria substância”
(Simone de Beauvoir)

Nesta data , nada mais grandioso que olhar, honrar, respeitar e agradecer a todas aquelas que vieram antes de nós, que nos abriram caminhos, que nos acalentaram e amaram… também a todas que compartilham, dividem e amparam… e àquelas que vieram e virão! Mulheres de amor, de luta, de força, do trabalho, da casa, filhas, mães, irmãs, avós… por todas e por todas as nossas relações!

Nós, da Semente Cristal, desejamos a você, mulher: coragem! Coragem para ser quem você é! Descubrir a si mesma, tornar-se plena e satisfeita com sua própria vida!

História do dia 08 de março

As histórias que remetem à criação do Dia Internacional da Mulher alimentam o imaginário de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Sem dúvida, o incidente ocorrido em 25 de março daquele ano marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20, mas os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este acontecimento.

Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período.

O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.

Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações.

Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra – em um protesto conhecido como “Pão e Paz” – que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.

Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o “8 de março” foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.

“O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países”, explica a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinas (Unicamp).

No Brasil, as movimentações em prol dos direitos da mulher surgiram em meio aos grupos anarquistas do início do século 20, que buscavam, assim como nos demais países, melhores condições de trabalho e qualidade de vida. A luta feminina ganhou força com o movimento das sufragistas, nas décadas de 1920 e 30, que conseguiram o direito ao voto em 1932, na Constituição promulgada por Getúlio Vargas. A partir dos anos 1970 emergiram no país organizações que passaram a incluir na pauta das discussões a igualdade entre os gêneros, a sexualidade e a saúde da mulher. Em 1982, o feminismo passou a manter um diálogo importante com o Estado, com a criação do Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo, e em 1985, com o aparecimento da primeira Delegacia Especializada da Mulher.

(fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/301/por-que-8-de-marco-e-o-dia-internacional-da-mulher)

 

 

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