Clínica Médica e Spa Semente Cristal | Termas do Gravatal | SC

Horário: : Segunda à Sábado das 8h00 às 20h00
  Contato : (48) 3648.2087 | (48) 98415.1710

Todos posts na categoria: Bem-estar e Qualidade de Vida

coluna-partida-frida-kahlo

Dor Crônica

Estudos mostram que a prevalência de Dor Crônica na população geral varia de 30 a 40%, e estima-se que esses indivíduos procuram os serviços de saúde até 5 vezes mais do que a população geral. Para obter uma boa resposta no tratamento de pessoas portadoras de dor crônica, é necessário antes de tudo conhecer as características destas pessoas. Iniciar com uma boa anamnese (entrevista/conversa), exame físico, e fazer um diagnóstico adequado.

A partir do momento em que se estabelece uma passagem da dor aguda para a dor crônica, esta passa de um sintoma para uma síndrome, constituindo em si, uma verdadeira doença. Se esta não for tratada, o doente centra-se na sua dor, podendo evoluir até para a total incapacidade.

Enxaqueca, Fibromialgia, Lombalgia, Cervicalgia, Hérnias De Disco, Queimação e Dormência nas Pernas ou nos braços, Dor No Ombro, Ombro Congelado, Bursites, Tendinites, Fasceíte Plantar Ou Dores Nos Pés, Bruxismo, Dor Orofacial, Cefaléias, Artrite Reumatóide, Osteoartrite, Dor No Joelho, Dor No Quadril, Dor Pélvica, Dor Neuropática … Você já sentiu ou conhece alguém que se queixa de alguma destas dores?

Definição de Dor: Sensação e experiência emocional desagradável associada à lesão tecidual, real ou potencial, ou descrita em termos desta lesão.

Dor aguda: sinal de aviso essencial à sobrevivência ou ameaça à integridade. De curta duração, permitindo ao organismo responder a um estímulo e defender-se,

É indiscutível a importância da dor no desenvolvimento do ser humano, sendo a sua função inicial informar sobre um perigo ou instabilidade do organismo. O problema surge quando a dor persiste após a eliminação de sua causa, não cumprindo mais qualquer papel relevante à sobrevivência do indivíduo ou sequer ao seu desenvolvimento pessoal.

Dor crônica: de difícilidentificação temporal e /ou causal, causasofrimento, podendo manifestar-se com várias características e gerar diversos estados patológicos. Considera-se uma evolução de quadro doloroso pormais de 3-6 meses, e pode ocorrer de forma contínua ou recorrente.

“A dor procura o outro, procura escuta, cantato, palavras, uma linguagem que a contenha e que a torne “suportável”… procura sentido para poder ser sentida“. (Manuela Fleming)

A pessoa portadora de dor crônica tende a ser mal-compreendida, em processo de sofrimento a muito tempo. Através de mecanismos neurofisiológicos, endócrinos, metabólicos, a dor,  mantida por um longo período, costuma cursar com distúrbios do sono, depressão, ansiedade, irritabilidade, cansaço, perda de apetite, perda de peso, diminuição da imunidade, falta de concentração, além de outros sintomas. É comum que no decorrer do tempo essas pessoas já estejam, sem paciência, sem esperanças, sem energia ou vitalidade.

Pessoas que sofrem de dor crônica mudam constantemente de médicos, consultam diversos especialistas, buscando uma cura para sua dor. Antes de chegar em um especialista em dor já consultaram em média 7 outros especialistas focais.

Frente a pessoas portadoras de dor, médicos, fisioterapeutas, psicólogos, amigos e familiares buscam as mais diversas soluções buscando meios que acreditam ser a melhor intervenção para ajudá-lo. No meio do caminho, estes indivíduos, costumam realizar diversos exames (mais ou menos nocivos), além de experimentarem diversos tratamentos, entre eles cirurgias. Muitas vezes esses procedimentos geram sequelas/ iatrogenias, muitas vezes apenas aumentam sua frustração por não terem seus problemas resolvidos. Acredite, nem todo profissional de saúde tem formação adequada ou mecanismos pessoais para lidar com a complexidade da dor crônica.

Ninguém ousa dizer que é fácil tratar de pessoas com diagnóstico de dor crônica. Se alguém prometer um resultado mágico, não acredite. Quanto mais se pesquisa dor, mais certeza se tem de que os mecanismos de dor são extremamente complexos, uma soma de fatores diversos (que vai da qualidade e localização da dor a tendências genéticas, hábitos, resiliência, profissão, vivências da infância, relações familiares, alimentação…) e a resposta de um indivíduo a dor, nunca será igual a de outro.

Cada vez mais se discute que tanto um profissional que lida com pacientes com dor crônica, quanto o próprio paciente, devem desenvolver antes de tudo uma boa relação médico-paciente,  com muita confiança e empatia envolvidas. Ambas as partes devem saber que o tratamento será longo, e  por isso é necessário desenvolver paciência e ter persistência. Nem sempre a solução será encontrada na primeira tentativa, e sim, serão tentativas de buscar o melhor tratamento que se adeque especificamente ao indivíduo. Nem sempre haverá cura, mas haverá melhora. O paciente precisa entender que ele é tão responsável pelo tratamento quanto o próprio médico. As decisões devem ser tomadas de forma conjunta.

Persistir com uma vida social ativa, bem como a prática regular de atividade, quase sempre auxiliam na melhora do quadro doloroso. E sim, falaremos sobre assuntos que o incomodam, mas também juntos, buscaremos soluções. Talvez uma avaliação de outros profissionais seja indicada, e tudo bem!

Se você ou algum familiar se encaixam nessas definições, busque ajuda de um profissional! 

Na Semente Cristal podemos ajudá-lo! Agende uma consulta!

Leia mais

Medicina Integral

 

A partir de um olhar sistêmico, o objetivo não é mais o tratamento de um órgão específico, mas sim a compreensão do biológico, do mental, do social, do familiar e do espiritual, além de oferecer ao paciente uma oportunidade de refletir sobre sua prática diária, perceber quais são as necessidades do corpo e da mente, melhorar o estilo de vida, buscar hábitos saudáveis.

A doença não é vista como uma entidade em si, consideramos o processo como um todo, observando com atenção todos os fatores que podem ter influencia no processo de adoecimento, como a qualidade de vida, os hábitos, o sono, os ciclos, a profissão, a alimentação, a postura, tendências, limitações, recursos internos, relações familiares, etc.

Tratamos de pessoas doentes, de pessoas com os mais diversos níveis de desconforto ou sofrimento, de pessoas com dores agudas ou crônicas, físicas ou emocionais, e até de quem simplesmente deseja manter o livre fluxo da vida fluindo adequadamente.

Nosso PROPÓSITO é cooperar com o processo de cura, auxiliar na busca da plenitude.

Aqui o Cuidado tem um significado além de tratar uma dor ou uma doença, mas o sentido de auxiliar o outro a desenvolver suas potencialidades, conectar com o que tem de melhor dentro de si, voltar a vibrar e recuperar sua saúde em todas as dimensões.

Solicite uma consulta! Recomende a um amigo ou familiar! Informe-se!

 

Leia mais

Respiração Diafragmática

Quando usar a respiração diafragmática?

A técnica é bastante utilizada em pacientes com queixas dos mais diversos transtornos de ansiedade, principalmente em quadros onde há a ocorrência de ataques de pânico. Quando a pessoa fica muito ansiosa (por questões realistas ou por interpretações distorcidas), o cérebro – mais especificamente o sistema nervoso autônomo simpático – dispara adrenalina e noradrenalina no sangue. Com isso, a pessoa experimenta sintomas físicos, tais como palpitações, sensação de falta de ar, tremores, sudorese, boca seca, tensão muscular e tonturas, entre outros. Além disso, há também sintomas cognitivos, como medo de morrer, de enlouquecer, ter um ataque cardíaco ou perder o controle. Quanto mais forte a ativação dos sintomas, maior o pavor – e este sentimento, por sua vez, mantém ativado o sistema simpático, de forma que o organismo demora mais tempo para restaurar o estado de relaxamento.

Os sintomas físicos da ansiedade atuam como uma reação em cadeia, mais ou menos assim: O indivíduo reconhece o perigo (real ou não), logo o cérebro o prepara para lutar ou fugir. Para conseguir realizar essa ação, o metabolismo precisa estar acelerado. Com isso, a frequência cardíaca aumenta, a fim de acelerar a circulação. Para dar conta dessa aceleração, mais oxigênio é necessário – logo, há uma alteração na respiração, podendo causar uma hiperventilação ou a sensação de falta de ar. O sangue, que estava distribuído por todo o corpo, passa a concentrar-se nos músculos maiores, usados para movimentos de luta ou corrida (daí a tensão muscular e a sensação de mãos e pés frios). Além disso, a temperatura interna sobe, provocando o suor.

A respiração diafragmática ajuda a ativar o sistema autônomo parassimpático de nosso cérebro, responsável por inibir a ação do sistema simpático e restaurar a sensação de relaxamento. Por isso ela é uma técnica tão importante para os casos de ansiedade. Além disso, é um bom exercício de distração, ajudando a pessoa a se desvencilhar da hipervigilância aos sintomas físicos e cognitivos da crise.

Como é a técnica?

Após um trabalho de psicoeducação a respeito dos ataques de pânico, da psicologia e fisiologia do medo e da ansiedade e de explicar como uma técnica de respiração pode ser útil para o tratamento, o terapeuta poderá ensinar o paciente a realizar o exercício em si. Esta técnica de respiração consiste em concentrar o ar na região do diafragma (músculo que fica na altura do estômago), fazendo a barriga estufar e voltar ao normal ao puxar e soltar o ar, respectivamente. Deve ser feita lentamente, geralmente usando uma contagem até 3 para inspirar e até 6 para expirar. Para verificar se o procedimento está correto, pode-se colocar uma das mãos sobre o diafragma, para senti-lo subir e descer. Alguns terapeutas recomendam também colocar a outra mão sobre o peito, a fim de que o paciente sinta que a barriga mexe mais que a região pulmonar.

Muita gente não sabe, mas nascemos com a capacidade de respirar dessa forma naturalmente. Se observarmos a respiração de um bebê em repouso, podemos observar a barriguinha subir e descer. Porém, com o tempo assumimos uma postura predominantemente bípede, e passamos a respirar expandindo mais os pulmões que a região diafragmática. Porém, com um pouco de treino, é possível reaprender a usar esse tipo de respiração. O vídeo abaixo poderá ajudar a entender melhor esta técnica e, caso seja do seu interesse, tentar praticar um pouco.

Em psicologia, esta técnica é muito utilizada também no tratamento dos transtornos do sono, uma vez que tem esse caráter de relaxamento. Ao praticar a respiração diafragmática, a pessoa passa a observar melhor a respiração e a dar menos atenção aos demais pensamentos. Por outro lado, esta técnica não é muito recomendada para transtornos depressivos, já que esses pacientes apresentam letargia e, muitas vezes, hipersonia como sintomas do problema que os acomete.

Texto retirado do site http://www.psicologiaexplica.com.br/tecnicas-em-tcc-respiracao-diafragmatica/

Leia mais

Fibromialgia

Acupuntura ajuda a tratar dor na fibromialgia

Pessoas com fibromialgia sofrem com dor em todo o corpo, de forma crônica, além de outros sintomas, como cansaço e rigidez muscular. Não há cura para essa síndrome, mas há tratamentos (com ou sem medicamentos) que podem diminuir a dor e melhorar a qualidade de vida. A Cochrane fez uma revisão de estudos clínicos que compararam a acupuntura ou a eletroacupuntura a outros tratamentos da fibromialgia. A acupuntura é uma modalidade da medicina chinesa que utiliza agulhas finas para estimular certos pontos do corpo, reduzindo a inflamação, estimulando a liberação dos analgésicos do próprio organismo, as endorfinas, e acalmando o cérebro.

Ver mais em http://www.cochrane.org/pt/CD007070/acupuntura-para-fibromialgia

Leia mais
remedios

BENZODIAZEPÍNICOS

Medicações que induzem e mantém o sono muitas vezes são necessárias, mas devem ser usadas por curto período de tempo, no máximo um ou dois meses. Benzodiazepínicos como diazepam, clonazepan, alprazolam, bromazepam, a longo prazo geram dependência química, além de aumentarem chances de quedas, fraturas, demência. Se você for uma pessoa que faz uso crônico destas medicações não deverá interromper este uso de forma abrupta pois certamente terá dificuldades podendo apresentar alguns efeitos “rebote”. Neste caso é importante conversar e procurar o seu médico.

Insônia e outros  distúrbios do sono na imensa maioria das vezes aparecem como consequência de algum outro problema de saúde, hábitos ou estilo de vida.

Leia mais

INSÔNIA

Se você deita para dormir e não consegue, acorda muitas vezes a noite, acorda e não consegue ou demora a voltar a dormir ou ainda tem a sensação de que suas horas de sono não foram reparadoras, você provavelmente sofre do que chamamos de Insônia.

Os sintomas da privação de sono principais são cansaço ou sonolência durante o dia, mau-humor, irritabilidade, dores de cabeça. A longo prazo surgem distúrbios de memória, concentração e ansiedade, depressão, baixo rendimento profissional, aumento de acidentes e envelhecimento precoce.

Insônia e outros distúrbios do sono na imensa maioria das vezes aparecem como consequência de algum outro problema de saúde, hábitos ou estilo de vida.

Você pode experimentar algumas mudanças de hábitos para tentar reverter sua dificuldade em dormir bem ou melhorar a qualidade do seu sono. A isto damos o nome de “Higiene do sono”.

 

 

MEDIDAS DE HIGIENE DO SONO

  1. Limitar o consumo de cafeína (presente no café, alguns tipos de chás, refrigerantes tipo cola, chocolate). Outros medicamentos ou substâncias que podem causar insônia: álcool, agentes antiarrítmicos, cafeína, metisergida, descongestionates nasais, nicotina, termogênicos, escopolamina, alguns anti-hipertensivos, esteroides, estimulantes, hormônios tireoideanos, derivados da xantina.
  2. Realizar exercício físico regular, porém evitá-los à noite.
  3. Estabelecer uma rotina para o horário de dormir e despertar, mesmo nos finais de semana.
  4. Fazer atividades relaxantes e prazerosas antes de ir para cama.
  5. Evitar filmes violentos ou noticiários antes de dormir (de preferência evite colocar aparelhos de televisão no quarto).
  6. Utilizar técnicas de relaxamento – respiração abdominal, meditação, massagear couro cabeludo, contrair e relaxar todos os músculos do corpo.
  7. Tomar banho morno;
  8. Tomar leite morno, ou chás sedativos como mulungu, camomila, erva-doce, erva-cidreira (em pouca quantidade).
  9. Evitar líquidos após as 20h. Caso tenha sede após este horário, realizar bochechos e engolir pouca quantidade de líquidos, para evitar despertares noturnos para urinar;
  10. Alimente-se bem. Não deitar com fome ou estômago vazio. Ter uma dieta neutra e balanceada ao longo do dia, fazer uma refeição leve e pobre em gorduras à noite. Excluir ou tratar doença do refluxo gastro-esofágico, caso a tenha.
  11. Assegurar temperatura agradável e ausência de claridade no quarto;
  12. Assegurar o silêncio no ambiente (se necessário utilizar protetores de ouvido);
  13. Escolher um bom colchão, adequado para seu peso e altura (lembre-se, você passa 1/3 de sua vida em cima dele! Além disso, sua coluna agradecerá!)
  14. Reservar a cama apenas para dormir e para relações íntimas (atividade sexual com prazer, caso tenha parceir@ e vontade – pode ser muito relaxante);
  15. Evitar ler, ver TV, trabalhar ou discutir no quarto.
  16. Tenha um caderno e caneta na cabeceira da cama, para anotar / listar todo e qualquer tipo de preocupação que lhe acometa enquanto estiver deitad@;
  17. Levantar caso não consiga dormir após 20 minutos deitad@. Ficar acordad@ pode aumentar a ansiedade, a irritação e por consequência a insônia. Você pode realizar uma atividade tranquila e retornar para a cama quando estiver sonolent@.

 

Caso você persista com sintomas de insônia mesmo após manejar todas as questões sugeridas, você provavelmente precisa de ajuda, procure seu médico!

Leia mais

VAMOS FALAR SOBRE O SONO?

Quantas horas você dorme por noite? Você deita e dorme? Acorda quantas vezes a noite? Acorda por quê? Depois de acordar, quanto tempo leva para voltar a dormir? Sente-se cansado ou sonolento durante o dia? Tem o sono muito leve, ronca ou tem apnéia do sono?

Você deve descansar cerca de 1/3 da sua vida. Dormir é fundamental para restabelecer funções vitais, fisiológicas e mentais. É tão fundamental quanto comer, tomar água, respirar.

Você não dorme porque não quer ou porque não consegue? Se não dorme porque não quer, ou por que acredita não ser importante, precisa rever seus conceitos.

A sua vida, o seu trabalho, o seu esforço deve ser no sentido de ser feliz hoje, apreciar suas rotinas, dormir hoje, viver no presente, observar seu corpo. Cuidar-se.  Se você não tem tempo de cuidar hoje de sua saúde, pagará caro e gastará muito tempo para cuidar de suas doenças e sequelas no futuro. Não há mistério ou magia, você só colherá frutos das sementes que plantou e você mesmo cultivou, ninguém poderá fazê-lo por você.

Se você não dorme porque não consegue, deve rever alguns hábitos de vida e se necessário, pedir ajuda.

Medicações que induzem e mantém o sono muitas vezes são necessárias, mas devem ser usadas por curto período de tempo, no máximo um ou dois meses. Benzodiazepínicos como diazepam, clonazepan, alprazolam, bromazepam, a longo prazo geram dependência química, além de aumentarem chances de quedas, fraturas, demência. Se você for uma pessoa que faz uso crônico destas medicações não deverá interromper este uso de forma abrupta pois certamente terá dificuldades podendo apresentar alguns efeitos “rebote”. Neste caso é importante conversar e procurar o seu médico.

Insônia e outros  distúrbios do sono na imensa maioria das vezes aparecem como consequência de algum outro problema de saúde, hábitos ou estilo de vida. Em nosso próximo artigo, sobre insônia, descreveremos alguns hábitos que você pode modificar para tentar melhorar a qualidade de seu sono! Confira!

Leia mais

Dia internacional da Mulher – 08 de março

“Que nada nos limite
que nada nos defina.
Que nada nos sujeite,
Que a liberdade seja a nossa própria substância”
(Simone de Beauvoir)

Nesta data , nada mais grandioso que olhar, honrar, respeitar e agradecer a todas aquelas que vieram antes de nós, que nos abriram caminhos, que nos acalentaram e amaram… também a todas que compartilham, dividem e amparam… e àquelas que vieram e virão! Mulheres de amor, de luta, de força, do trabalho, da casa, filhas, mães, irmãs, avós… por todas e por todas as nossas relações!

Nós, da Semente Cristal, desejamos a você, mulher: coragem! Coragem para ser quem você é! Descubrir a si mesma, tornar-se plena e satisfeita com sua própria vida!

História do dia 08 de março

As histórias que remetem à criação do Dia Internacional da Mulher alimentam o imaginário de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Sem dúvida, o incidente ocorrido em 25 de março daquele ano marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20, mas os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este acontecimento.

Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período.

O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.

Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações.

Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra – em um protesto conhecido como “Pão e Paz” – que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.

Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o “8 de março” foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.

“O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países”, explica a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinas (Unicamp).

No Brasil, as movimentações em prol dos direitos da mulher surgiram em meio aos grupos anarquistas do início do século 20, que buscavam, assim como nos demais países, melhores condições de trabalho e qualidade de vida. A luta feminina ganhou força com o movimento das sufragistas, nas décadas de 1920 e 30, que conseguiram o direito ao voto em 1932, na Constituição promulgada por Getúlio Vargas. A partir dos anos 1970 emergiram no país organizações que passaram a incluir na pauta das discussões a igualdade entre os gêneros, a sexualidade e a saúde da mulher. Em 1982, o feminismo passou a manter um diálogo importante com o Estado, com a criação do Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo, e em 1985, com o aparecimento da primeira Delegacia Especializada da Mulher.

(fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/301/por-que-8-de-marco-e-o-dia-internacional-da-mulher)

 

 

Leia mais

ATENÇÃO ESPECIAL AS NOSSAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Prezando pela excelência no cuidado em saúde de nossas crianças e adolescentes oferecemos na Semente Cristal os seguintes serviços médicos:

  • Atendimento da mãe e do bebê após alta da maternidade em visita domiciliar – a ser realizado preferencialmente nos primeiros 10 dias de vida da criança;
  • Promoção e apoio ao aleitamento materno;
  • Acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança: consultas de rotina onde se monitora e orienta sobre o ganho de peso, crescimento, aspectos do desenvolvimento, orientações quanto ao calendário vacinal e alimentação de acordo com a faixa etária da criança. Para crianças de 0 a 10 anos – com atenção especial ao primeiro e segundo anos de vida;
  • Atendimento de consultas de urgência para crianças (desde recém nascido) e adolescentes: quadro febril, dor de garganta, dor de ouvido, dor abdominal, etc. Estes atendimentos podem ser realizados na Semente Cristal ou mediante solicitação de uma visita domiciliar.
  • Assistência aos problemas mais comuns do recém-nascido e lactente;
  • Identificação, tratamento e acompanhamento de crianças e adolescentes com asma;
  • Atendimento aos agravos prevalentes na infância e adolescência.

medico de familia

Leia mais

Quero parar de fumar mas não consigo!

Parar de fumar não é fácil. A dependência ao tabaco é cada vez mais reconhecida como uma condição crônica que pode necessitar de repetidas intervenções. Além disso, evidências recentes embasam o papel fundamental do aconselhamento tanto em intervenção isolada ou em grupo quanto associada ao tratamento farmacológico.

A demanda inclui desde pessoas “saudáveis”, que procuram apoio apenas para deixar de fumar, até pessoas que já apresentam sinais e sintomas de doenças relacionadas ao tabagismo ou de outras co-morbidades, incluindo algumas gravemente enfermas, buscando reconquistar a saúde e/ou qualidade de vida.

Como está sua motivação para interromper este vício? A motivação é uma condição imprescindível para iniciar o tratamento e sua ausência praticamente elimina as expectativas de abstinência. Os estágios de mudança quando as pessoas iniciam um tratamento para deixar de fumar são:

• Pré-contemplação: Não há intenção de parar, nem mesmo uma crítica a respeito do conflito envolvendo o comportamento de fumar.

• Contemplação: Há conscientização de que fumar é um problema, no entanto, há uma ambivalência quanto à perspectiva de mudança.

• Preparação: Prepara-se para parar de fumar (quando o paciente aceita escolher uma estratégia para realizar a mudança de comportamento).

• Ação: Pára de fumar (o paciente toma a atitude que o leva a concretizar a mudança de comportamento). • Manutenção: O paciente deve aprender estratégias para prevenir a recaída e consolidar os ganhos obtidos durante a fase de ação. Neste estágio pode ocorrer a finalização do processo de mudança ou a recaída.

 

Teste de fagerstrom – Avaliação do grau de dependência à nicotina

 

1. Quanto tempo após acordar você fuma o seu primeiro cigarro? ____ ( )

Dentro de 5 minutos = 3

Entre 6-30 minutos = 2

Entre 31-60 minutos = 1

Após 60 minutos = 0

 

2. Você acha difícil não fumar em lugares proibidos, como igrejas, bibliotecas, cinemas, ônibus, etc.? ____ ( )

Sim = 1

Não = 0

 

3. Qual cigarro do dia traz mais satisfação? ____ ( )

O primeiro da manhã = 1

Outros = 0

 

4. Quantos cigarros você fuma por dia? ____ ( )

Menos de 10 = 0

De 11 a 20 = 1

De 21 a 30 = 2

Mais de 31 = 3

 

5. Você fuma mais freqüentemente pela manhã? ____ ( )

Sim = 1

Não = 0

 

6. Você fuma, mesmo doente, quando precisa ficar de cama a maior parte do tempo? ____ ( )

Sim = 1

Não = 0

 

Conclusão sobre o grau de dependência:

0 – 2 pontos = muito baixo

3 – 4 pontos = baixo

5 pontos = médio

6 – 7 pontos = elevado

8 – 10 pontos = muito elevado

 

Uma soma acima de 6 pontos indica que, provavelmente, você sentirá desconforto (síndrome de abstinência) ao deixar de fumar.

Solicite ajuda! Agende uma consulta de avaliação!

Leia mais