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desejo

É possível um casal manter sempre o desejo sexual e com criatividade?

por Arlete Gavranic
O que pode ser feito para o desejo sexual ser frequente?

“Para ter desejo sexual, é necessário pensar em sexo, vencer a preguiça de começar, investir nas preliminares e ter prazer em dar prazer ao outro” Nos consultórios de médicos e psicólogos é frequente o recebimento de queixas com relação ao desejo sexual e a busca de solução para essa dificuldade ou idealização.

Idealização?

Sim, é importante tomarmos consciência de que não existe uma frequência ideal para se ter vontade de fazer sexo. O importante é perceber se o casal está satisfeito com sua frequência sexual, e procurar valorizar mais a qualidade da transa do que o número de vezes que ela acontece – ou que ela deixa de acontecer.

Mas qual é o mecanismo desse desejo?

Esse desejo pode vir associado a sensações corporais com variação de intensidade, onde a pessoa percebe que tem vontade de sexo. Mas na maioria das vezes não adianta ficar esperando que o desejo apareça.

Para ter tesão é preciso começar e vencer a preguiça

Estudos mostram que para muitos homens e mulheres o desejo sexual pode muitas vezes ser estimulado junto da excitabilidade. Ou seja, para o desejo aparecer mais intensamente é necessário um investimento nas carícias preliminares: beijos, carícias, mesmo  sem ter muita vontade de começar. Ou seja, é preciso deixar a preguiça de lado e começar a namorar, aí sim, essa libido (tesão) começará a acontecer.

Elas querem namorar

O que costuma motivar a mulher para o desejo sexual em relacionamentos estáveis, (que em geral são os que buscam mais a resposta de como melhorar), é a busca de intimidade emocional e seu desejo de maior proximidade de contato corporal, já citados aqui. Sem contar as declarações de tesão e de afeto em clima de namoro.

Eles querem transar

Já o desejo sexual masculino tem sua motivação numa maior valorização para os estímulos visuais e fantasias.

Para um equilíbrio maior é preciso que os casais invistam no prazer de estarem juntos e estimulem-se com pensamentos em fantasias sexuais.

A variação na frequência de desejo pode ser uma questão física? 

Motivos orgânicos como alterações hormonais, drogas, cansaço físico e mental e uma doença sexualmente transmissível podem provocar variações no desejo.

Quando as mulheres têm um desejo sexual mais intenso?

As mulheres costumam ter um desejo sexual mais intenso na primeira quinzena do ciclo menstrual. Esse é o período em que nosso corpo se prepara para ovular e a natureza biológica nos ajuda a ter um desejo maior de sexo; foi assim que a espécie humana se proliferou durante milhões de anos.

É verdade que hoje a maioria das pessoas faz sexo desejando não engravidar, mas esse período costuma ser do ponto de vista hormonal, um período de intenso desejo para a maioria das mulheres.

Mas observamos que as dificuldades associadas ao desejo sexual, são, na maior parte das vezes, de ordem psicológica e social. Podemos pensar em muitos fatores ou motivos desmotivadores para o sexo:

1º) Relacionamentos instáveis ou de frágil vínculo de confiança;

2º) Conflitos emocionais: como a culpa frente a possível vivência sexual;

3º) O estresse, a ansiedade, a insegurança quanto ao desempenho sexual, entre outros.

A baixa autoestima também pode provocar variações no desejo.

Por consequência de atitudes familiares repressoras, algumas pessoas controlam demais o desejo sexual. Isso é verdadeiro, mas fora as variações hormonais, a baixa autoestima e autoconfiança faz com que as pessoas alimentem idéias negativas a cerca de si mesmas – “estou feia demais”, “não vou conseguir ereção”, “ele não vai ficar comigo”, etc. Isso faz com que muitas pessoas se esquivem e não invistam em situações e sensações eróticas.

Isso mesmo, é importante investir na relação, deixar a preguiça de começar de lado e criar situações com potencial erótico.

Além desses fatores, é importante o comportamento do parceiro como fator desencadeante do desejo, desde comportamentos como higiene pessoal, como comportamentos de atenção, olhar nos olhos de sua parceira, ser gentil, entre outros.

Algumas pessoas iniciam relacionamentos, sentem desejo mas, quando aumenta a proximidade e o compromisso com o parceiro, há uma evidente perda no interesse sexual. Muitas vezes por medo de viver perdas, ou até de não se sentir preparada para viver uma relação de intimidade.

Mas… é possível um casal alimentar com criatividade e indefinidamente um desejo sexual com contínuas descobertas?

A atração e o desejo sexual podem ser mantidos em uma atividade sexual em que os parceiros consigam ter prazer dando prazer, cada um aprendendo a sentir satisfação com a satisfação do outro, assim, o desejo de um potencializa o desejo do outro.

Dicas para manter o desejo sexual

1ª. Descubra e pratique uma atividade física que lhe dê prazer, (pode ser uma simples caminhada diária), pois além de ajudar a aliviar o estresse e a tensão, ajuda na liberação de endorfina, regula a serotonina e auxilia na manutenção do desejo sexual;

. Se acontecer algo que não gostou ou magoou conversem e achem uma saída para não carregarem ‘lixos emocionais’;

3ª. Aprendam juntos a descobrir e aproveitar as sensações prazerosas de seus corpos;

. Aprenda a valorizar sua sensualidade;

5ª. Para que sinta vontade de fazer sexo é preciso pensar em sexo, isso ajuda a estimular as fantasias sexuais e melhoram o desejo sexual;

6ª. Reserve um tempo para vocês namorarem, uma, duas, três vezes por semana, ou todo dia se vocês quiserem. Não deixem para quando sobrar tempo. Vale qualquer estímulo ao desejo, só não vale falar de problemas;

. Alimente diariamente seu desejo e permita-se experimentar e saborear uma das mais prazerosas experiências da vida, desejar sexo, amor, carinho.

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Medicina Integral

A partir de um olhar sistêmico, o objetivo não é mais o tratamento de um órgão específico, mas sim a compreensão do biológico, do mental, do social, do familiar e do espiritual, além de oferecer ao paciente uma oportunidade de refletir sobre sua prática diária, perceber quais são as necessidades do corpo e da mente, melhorar o estilo de vida, buscar hábitos saudáveis.

A doença não é vista como uma entidade em si, consideramos o processo como um todo, observando com atenção todos os fatores que podem ter influencia no processo de adoecimento, como a qualidade de vida, os hábitos, o sono, os ciclos, a profissão, a alimentação, a postura, relações familiares.

Cuidado não apenas como atividade realizada no sentido de tratar uma dor ou auxiliar na cura de uma doença, mas no sentido de auxiliar o outro a desenvolver suas potencialidades, conectar com o que tem de melhor dentro de si, voltar a vibrar e recuperar sua saúde em todas as dimensões.

Tratamos de pessoas doentes, de pessoas com os mais diversos níveis de desconforto ou sofrimento, de pessoas com dores agudas ou crônicas, físicas ou emocionais, e até de quem simplesmente deseja manter o livre fluxo da vida fluindo adequadamente.

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Respiração Diafragmática

Quando usar a respiração diafragmática?

A técnica é bastante utilizada em pacientes com queixas dos mais diversos transtornos de ansiedade, principalmente em quadros onde há a ocorrência de ataques de pânico. Quando a pessoa fica muito ansiosa (por questões realistas ou por interpretações distorcidas), o cérebro – mais especificamente o sistema nervoso autônomo simpático – dispara adrenalina e noradrenalina no sangue. Com isso, a pessoa experimenta sintomas físicos, tais como palpitações, sensação de falta de ar, tremores, sudorese, boca seca, tensão muscular e tonturas, entre outros. Além disso, há também sintomas cognitivos, como medo de morrer, de enlouquecer, ter um ataque cardíaco ou perder o controle. Quanto mais forte a ativação dos sintomas, maior o pavor – e este sentimento, por sua vez, mantém ativado o sistema simpático, de forma que o organismo demora mais tempo para restaurar o estado de relaxamento.

Os sintomas físicos da ansiedade atuam como uma reação em cadeia, mais ou menos assim: O indivíduo reconhece o perigo (real ou não), logo o cérebro o prepara para lutar ou fugir. Para conseguir realizar essa ação, o metabolismo precisa estar acelerado. Com isso, a frequência cardíaca aumenta, a fim de acelerar a circulação. Para dar conta dessa aceleração, mais oxigênio é necessário – logo, há uma alteração na respiração, podendo causar uma hiperventilação ou a sensação de falta de ar. O sangue, que estava distribuído por todo o corpo, passa a concentrar-se nos músculos maiores, usados para movimentos de luta ou corrida (daí a tensão muscular e a sensação de mãos e pés frios). Além disso, a temperatura interna sobe, provocando o suor.

A respiração diafragmática ajuda a ativar o sistema autônomo parassimpático de nosso cérebro, responsável por inibir a ação do sistema simpático e restaurar a sensação de relaxamento. Por isso ela é uma técnica tão importante para os casos de ansiedade. Além disso, é um bom exercício de distração, ajudando a pessoa a se desvencilhar da hipervigilância aos sintomas físicos e cognitivos da crise.

Como é a técnica?

Após um trabalho de psicoeducação a respeito dos ataques de pânico, da psicologia e fisiologia do medo e da ansiedade e de explicar como uma técnica de respiração pode ser útil para o tratamento, o terapeuta poderá ensinar o paciente a realizar o exercício em si. Esta técnica de respiração consiste em concentrar o ar na região do diafragma (músculo que fica na altura do estômago), fazendo a barriga estufar e voltar ao normal ao puxar e soltar o ar, respectivamente. Deve ser feita lentamente, geralmente usando uma contagem até 3 para inspirar e até 6 para expirar. Para verificar se o procedimento está correto, pode-se colocar uma das mãos sobre o diafragma, para senti-lo subir e descer. Alguns terapeutas recomendam também colocar a outra mão sobre o peito, a fim de que o paciente sinta que a barriga mexe mais que a região pulmonar.

Muita gente não sabe, mas nascemos com a capacidade de respirar dessa forma naturalmente. Se observarmos a respiração de um bebê em repouso, podemos observar a barriguinha subir e descer. Porém, com o tempo assumimos uma postura predominantemente bípede, e passamos a respirar expandindo mais os pulmões que a região diafragmática. Porém, com um pouco de treino, é possível reaprender a usar esse tipo de respiração. O vídeo abaixo poderá ajudar a entender melhor esta técnica e, caso seja do seu interesse, tentar praticar um pouco.

Em psicologia, esta técnica é muito utilizada também no tratamento dos transtornos do sono, uma vez que tem esse caráter de relaxamento. Ao praticar a respiração diafragmática, a pessoa passa a observar melhor a respiração e a dar menos atenção aos demais pensamentos. Por outro lado, esta técnica não é muito recomendada para transtornos depressivos, já que esses pacientes apresentam letargia e, muitas vezes, hipersonia como sintomas do problema que os acomete.

Texto retirado do site http://www.psicologiaexplica.com.br/tecnicas-em-tcc-respiracao-diafragmatica/

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Fibromialgia

Acupuntura ajuda a tratar dor na fibromialgia

Pessoas com fibromialgia sofrem com dor em todo o corpo, de forma crônica, além de outros sintomas, como cansaço e rigidez muscular. Não há cura para essa síndrome, mas há tratamentos (com ou sem medicamentos) que podem diminuir a dor e melhorar a qualidade de vida. A Cochrane fez uma revisão de estudos clínicos que compararam a acupuntura ou a eletroacupuntura a outros tratamentos da fibromialgia. A acupuntura é uma modalidade da medicina chinesa que utiliza agulhas finas para estimular certos pontos do corpo, reduzindo a inflamação, estimulando a liberação dos analgésicos do próprio organismo, as endorfinas, e acalmando o cérebro.

Ver mais em http://www.cochrane.org/pt/CD007070/acupuntura-para-fibromialgia

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remedios

BENZODIAZEPÍNICOS

Medicações que induzem e mantém o sono muitas vezes são necessárias, mas devem ser usadas por curto período de tempo, no máximo um ou dois meses. Benzodiazepínicos como diazepam, clonazepan, alprazolam, bromazepam, a longo prazo geram dependência química, além de aumentarem chances de quedas, fraturas, demência. Se você for uma pessoa que faz uso crônico destas medicações não deverá interromper este uso de forma abrupta pois certamente terá dificuldades podendo apresentar alguns efeitos “rebote”. Neste caso é importante conversar e procurar o seu médico.

Insônia e outros  distúrbios do sono na imensa maioria das vezes aparecem como consequência de algum outro problema de saúde, hábitos ou estilo de vida.

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INSÔNIA

Se você deita para dormir e não consegue, acorda muitas vezes a noite, acorda e não consegue ou demora a voltar a dormir ou ainda tem a sensação de que suas horas de sono não foram reparadoras, você provavelmente sofre do que chamamos de Insônia.

Os sintomas da privação de sono principais são cansaço ou sonolência durante o dia, mau-humor, irritabilidade, dores de cabeça. A longo prazo surgem distúrbios de memória, concentração e ansiedade, depressão, baixo rendimento profissional, aumento de acidentes e envelhecimento precoce.

Insônia e outros distúrbios do sono na imensa maioria das vezes aparecem como consequência de algum outro problema de saúde, hábitos ou estilo de vida.

Você pode experimentar algumas mudanças de hábitos para tentar reverter sua dificuldade em dormir bem ou melhorar a qualidade do seu sono. A isto damos o nome de “Higiene do sono”.

 

 

MEDIDAS DE HIGIENE DO SONO

  1. Limitar o consumo de cafeína (presente no café, alguns tipos de chás, refrigerantes tipo cola, chocolate). Outros medicamentos ou substâncias que podem causar insônia: álcool, agentes antiarrítmicos, cafeína, metisergida, descongestionates nasais, nicotina, termogênicos, escopolamina, alguns anti-hipertensivos, esteroides, estimulantes, hormônios tireoideanos, derivados da xantina.
  2. Realizar exercício físico regular, porém evitá-los à noite.
  3. Estabelecer uma rotina para o horário de dormir e despertar, mesmo nos finais de semana.
  4. Fazer atividades relaxantes e prazerosas antes de ir para cama.
  5. Evitar filmes violentos ou noticiários antes de dormir (de preferência evite colocar aparelhos de televisão no quarto).
  6. Utilizar técnicas de relaxamento – respiração abdominal, meditação, massagear couro cabeludo, contrair e relaxar todos os músculos do corpo.
  7. Tomar banho morno;
  8. Tomar leite morno, ou chás sedativos como mulungu, camomila, erva-doce, erva-cidreira (em pouca quantidade).
  9. Evitar líquidos após as 20h. Caso tenha sede após este horário, realizar bochechos e engolir pouca quantidade de líquidos, para evitar despertares noturnos para urinar;
  10. Alimente-se bem. Não deitar com fome ou estômago vazio. Ter uma dieta neutra e balanceada ao longo do dia, fazer uma refeição leve e pobre em gorduras à noite. Excluir ou tratar doença do refluxo gastro-esofágico, caso a tenha.
  11. Assegurar temperatura agradável e ausência de claridade no quarto;
  12. Assegurar o silêncio no ambiente (se necessário utilizar protetores de ouvido);
  13. Escolher um bom colchão, adequado para seu peso e altura (lembre-se, você passa 1/3 de sua vida em cima dele! Além disso, sua coluna agradecerá!)
  14. Reservar a cama apenas para dormir e para relações íntimas (atividade sexual com prazer, caso tenha parceir@ e vontade – pode ser muito relaxante);
  15. Evitar ler, ver TV, trabalhar ou discutir no quarto.
  16. Tenha um caderno e caneta na cabeceira da cama, para anotar / listar todo e qualquer tipo de preocupação que lhe acometa enquanto estiver deitad@;
  17. Levantar caso não consiga dormir após 20 minutos deitad@. Ficar acordad@ pode aumentar a ansiedade, a irritação e por consequência a insônia. Você pode realizar uma atividade tranquila e retornar para a cama quando estiver sonolent@.

 

Caso você persista com sintomas de insônia mesmo após manejar todas as questões sugeridas, você provavelmente precisa de ajuda, procure seu médico!

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VAMOS FALAR SOBRE O SONO?

Quantas horas você dorme por noite? Você deita e dorme? Acorda quantas vezes a noite? Acorda por quê? Depois de acordar, quanto tempo leva para voltar a dormir? Sente-se cansado ou sonolento durante o dia? Tem o sono muito leve, ronca ou tem apnéia do sono?

Você deve descansar cerca de 1/3 da sua vida. Dormir é fundamental para restabelecer funções vitais, fisiológicas e mentais. É tão fundamental quanto comer, tomar água, respirar.

Você não dorme porque não quer ou porque não consegue? Se não dorme porque não quer, ou por que acredita não ser importante, precisa rever seus conceitos.

A sua vida, o seu trabalho, o seu esforço deve ser no sentido de ser feliz hoje, apreciar suas rotinas, dormir hoje, viver no presente, observar seu corpo. Cuidar-se.  Se você não tem tempo de cuidar hoje de sua saúde, pagará caro e gastará muito tempo para cuidar de suas doenças e sequelas no futuro. Não há mistério ou magia, você só colherá frutos das sementes que plantou e você mesmo cultivou, ninguém poderá fazê-lo por você.

Se você não dorme porque não consegue, deve rever alguns hábitos de vida e se necessário, pedir ajuda.

Medicações que induzem e mantém o sono muitas vezes são necessárias, mas devem ser usadas por curto período de tempo, no máximo um ou dois meses. Benzodiazepínicos como diazepam, clonazepan, alprazolam, bromazepam, a longo prazo geram dependência química, além de aumentarem chances de quedas, fraturas, demência. Se você for uma pessoa que faz uso crônico destas medicações não deverá interromper este uso de forma abrupta pois certamente terá dificuldades podendo apresentar alguns efeitos “rebote”. Neste caso é importante conversar e procurar o seu médico.

Insônia e outros  distúrbios do sono na imensa maioria das vezes aparecem como consequência de algum outro problema de saúde, hábitos ou estilo de vida. Em nosso próximo artigo, sobre insônia, descreveremos alguns hábitos que você pode modificar para tentar melhorar a qualidade de seu sono! Confira!

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Dia internacional da Mulher – 08 de março

“Que nada nos limite
que nada nos defina.
Que nada nos sujeite,
Que a liberdade seja a nossa própria substância”
(Simone de Beauvoir)

Nesta data , nada mais grandioso que olhar, honrar, respeitar e agradecer a todas aquelas que vieram antes de nós, que nos abriram caminhos, que nos acalentaram e amaram… também a todas que compartilham, dividem e amparam… e àquelas que vieram e virão! Mulheres de amor, de luta, de força, do trabalho, da casa, filhas, mães, irmãs, avós… por todas e por todas as nossas relações!

Nós, da Semente Cristal, desejamos a você, mulher: coragem! Coragem para ser quem você é! Descubrir a si mesma, tornar-se plena e satisfeita com sua própria vida!

História do dia 08 de março

As histórias que remetem à criação do Dia Internacional da Mulher alimentam o imaginário de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Sem dúvida, o incidente ocorrido em 25 de março daquele ano marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20, mas os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este acontecimento.

Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período.

O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.

Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações.

Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra – em um protesto conhecido como “Pão e Paz” – que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.

Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o “8 de março” foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.

“O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países”, explica a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinas (Unicamp).

No Brasil, as movimentações em prol dos direitos da mulher surgiram em meio aos grupos anarquistas do início do século 20, que buscavam, assim como nos demais países, melhores condições de trabalho e qualidade de vida. A luta feminina ganhou força com o movimento das sufragistas, nas décadas de 1920 e 30, que conseguiram o direito ao voto em 1932, na Constituição promulgada por Getúlio Vargas. A partir dos anos 1970 emergiram no país organizações que passaram a incluir na pauta das discussões a igualdade entre os gêneros, a sexualidade e a saúde da mulher. Em 1982, o feminismo passou a manter um diálogo importante com o Estado, com a criação do Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo, e em 1985, com o aparecimento da primeira Delegacia Especializada da Mulher.

(fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/301/por-que-8-de-marco-e-o-dia-internacional-da-mulher)

 

 

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ATENÇÃO ESPECIAL AS NOSSAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Prezando pela excelência no cuidado em saúde de nossas crianças e adolescentes oferecemos na Semente Cristal os seguintes serviços médicos:

  • Atendimento da mãe e do bebê após alta da maternidade em visita domiciliar – a ser realizado preferencialmente nos primeiros 10 dias de vida da criança;
  • Promoção e apoio ao aleitamento materno;
  • Acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança: consultas de rotina onde se monitora e orienta sobre o ganho de peso, crescimento, aspectos do desenvolvimento, orientações quanto ao calendário vacinal e alimentação de acordo com a faixa etária da criança. Para crianças de 0 a 10 anos – com atenção especial ao primeiro e segundo anos de vida;
  • Atendimento de consultas de urgência para crianças (desde recém nascido) e adolescentes: quadro febril, dor de garganta, dor de ouvido, dor abdominal, etc. Estes atendimentos podem ser realizados na Semente Cristal ou mediante solicitação de uma visita domiciliar.
  • Assistência aos problemas mais comuns do recém-nascido e lactente;
  • Identificação, tratamento e acompanhamento de crianças e adolescentes com asma;
  • Atendimento aos agravos prevalentes na infância e adolescência.

medico de familia

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Quero parar de fumar mas não consigo!

Parar de fumar não é fácil. A dependência ao tabaco é cada vez mais reconhecida como uma condição crônica que pode necessitar de repetidas intervenções. Além disso, evidências recentes embasam o papel fundamental do aconselhamento tanto em intervenção isolada ou em grupo quanto associada ao tratamento farmacológico.

A demanda inclui desde pessoas “saudáveis”, que procuram apoio apenas para deixar de fumar, até pessoas que já apresentam sinais e sintomas de doenças relacionadas ao tabagismo ou de outras co-morbidades, incluindo algumas gravemente enfermas, buscando reconquistar a saúde e/ou qualidade de vida.

Como está sua motivação para interromper este vício? A motivação é uma condição imprescindível para iniciar o tratamento e sua ausência praticamente elimina as expectativas de abstinência. Os estágios de mudança quando as pessoas iniciam um tratamento para deixar de fumar são:

• Pré-contemplação: Não há intenção de parar, nem mesmo uma crítica a respeito do conflito envolvendo o comportamento de fumar.

• Contemplação: Há conscientização de que fumar é um problema, no entanto, há uma ambivalência quanto à perspectiva de mudança.

• Preparação: Prepara-se para parar de fumar (quando o paciente aceita escolher uma estratégia para realizar a mudança de comportamento).

• Ação: Pára de fumar (o paciente toma a atitude que o leva a concretizar a mudança de comportamento). • Manutenção: O paciente deve aprender estratégias para prevenir a recaída e consolidar os ganhos obtidos durante a fase de ação. Neste estágio pode ocorrer a finalização do processo de mudança ou a recaída.

 

Teste de fagerstrom – Avaliação do grau de dependência à nicotina

 

1. Quanto tempo após acordar você fuma o seu primeiro cigarro? ____ ( )

Dentro de 5 minutos = 3

Entre 6-30 minutos = 2

Entre 31-60 minutos = 1

Após 60 minutos = 0

 

2. Você acha difícil não fumar em lugares proibidos, como igrejas, bibliotecas, cinemas, ônibus, etc.? ____ ( )

Sim = 1

Não = 0

 

3. Qual cigarro do dia traz mais satisfação? ____ ( )

O primeiro da manhã = 1

Outros = 0

 

4. Quantos cigarros você fuma por dia? ____ ( )

Menos de 10 = 0

De 11 a 20 = 1

De 21 a 30 = 2

Mais de 31 = 3

 

5. Você fuma mais freqüentemente pela manhã? ____ ( )

Sim = 1

Não = 0

 

6. Você fuma, mesmo doente, quando precisa ficar de cama a maior parte do tempo? ____ ( )

Sim = 1

Não = 0

 

Conclusão sobre o grau de dependência:

0 – 2 pontos = muito baixo

3 – 4 pontos = baixo

5 pontos = médio

6 – 7 pontos = elevado

8 – 10 pontos = muito elevado

 

Uma soma acima de 6 pontos indica que, provavelmente, você sentirá desconforto (síndrome de abstinência) ao deixar de fumar.

Solicite ajuda! Agende uma consulta de avaliação!

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